Jornal COMBATE - 2 publicações Vosstanie Editions

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sábado, 8 de maio de 2021

Prochaine émission de Radio Vosstanie avec Rita DELGADO Militante Révolutionnaire Internationaliste.

 Prochaine émission de Radio Vosstanie !

Le dimanche 23 Mai 2021 à 21h.

avec Rita DELGADO 

Militante révolutionnaire internationaliste.

Itinéraire et engagement autour de la lutte des classes, la lutte contre le fascisme au Portugal, Contre le capitalisme d’État et privé, les partis. 

Le 25 avril 1974 et la création du journal Combate, des éditions Contra a Corrente. 

Pour l'autonomie ouvrière.

*

Ce son s’inscrit dans notre travail de mémoire et d'archives sur la lutte des classes au Portugal initié en 2014 avec le site ArQoperaria.net.

 


quarta-feira, 28 de abril de 2021

Émission avec João BERNARDO sur la parution de : ÉCONOMIE DES PROCESSUS REVOLUTIONNAIRES [Vosstanie Éditions]

 Émission avec João BERNARDO 

sur la parution de : 

ÉCONOMIE DES PROCESSUS  RÉVOLUTIONNAIRES 

[Vosstanie Éditions]

Pour réserver un exemplaire il est possible de nous contacter
ou de commander via Rakuten.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Portugal - Espoir du socialisme - Révolution [Série Internationale N°1]

Portugal - Espoir du socialisme
 Supplément à Révolution N°105 -  [Série Internationale N°1]
 
Édité par GL éditions 1975. 128p. 

Une brochure plutôt factuelle et d'orientation avant-gardiste (léniniste/trostkiste?) qui doit se rendre à l'évidence de l'auto-organisation prolétarienne. Avec un propos convenu sur le "contrôle ouvrier" et le "pouvoir populaire". 
Quelques documents annexes. Cet ouvrage n'est pas dépourvu d'intérêt. Hélas il s’arrête en septembre 1975 en ce qui concerne l'analyse.
 





sábado, 9 de janeiro de 2021

A paraître en février 2021 : Économie des processus révolutionnaires de João Bernardo / Vosstanie Éditions


Économie des processus révolutionnaires
João Bernardo

Traduction du portugais par Vosstanie.
 
TABLE
 
Introduction [ Maurício Tragtenberg [1929-1998] 

- Marxisme orthodoxe et marxisme hétérodoxe

- Les nouvelles relations sociales

- Le développement des nouvelles relations sociales

- L'effondrement des nouvelles relations sociales

 

Suivi de :

 Pratique, idéologie et autonomie des travailleurs : Entrevue avec João Bernardo 

(Revue Ruptura)

Bibliographie de João Bernardo 

Postface du traducteur.  

 

Vosstanie Éditions 

 

A paraitre en février 2021 - 112 pages. 9 €
 
Tirage limité à 100 exemplaires.
 
Pour réserver un exemplaire il est possible de nous contacter. 
 
 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Adolfo Kaminsky: O Falsificador Livro / Sarah Kaminsky

 

Adolfo Kaminsky, judeu russo de nacionalidade argentina, tinha 17 anos quando foi despejado de casa, com a família, e enviado para o campo de concentração de Drancy. Os seus passaportes argentinos garantiriam à família Kaminsky a libertação deste campo, salvando-os, por uma questão de horas, da deportação para Auschwitz.

Já com a fuga de França marcada, Kaminsky é recrutado pela 6ª, o braço secreto do UGIF, onde se tornaria o mais jovem falsificador ao serviço da Resistência francesa e onde o seu trabalho garantiria salvo-conduto a milhares de judeus nos últimos anos da Segunda Guerra Mundial.

Após a tomada de Paris, Kaminsky é recrutado pelos serviços secretos franceses, que abandona aquando da Guerra da Indochina. Regressado à clandestinidade, nas décadas seguintes viria a colaborar com a resistência antifranquista, com resistente gregos contra a ditadura dos coronéis, com antissalazaristas em Portugal, com a Frente Nacional de Libertação da Argélia, com objetores de consciência norte-americanos durante a Guerra do Vietname, com vários movimentos de esquerda na América do Sul e com diversos movimentos independentistas africanos (Guiné, Guiné-Bissau, Angola e África do Sul). Kaminsky nunca aceitou dinheiro pelo seu trabalho de falsificador, recusando tornar-se um mercenário e comprometer os ideais maiores de liberdade e dignidade humana que o guiavam. Esta é a história de um verdadeiro herói.

Inclui glossário de Luísa Gabão e José Hipólito dos Santos.
Posfácio de Irene Hipólito dos Santos.

Bertrand Editora, setembro de 2020  216 páginas

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

O RETRATO DA DITADURA PORTUGUESA / Edgar Rodrigues

O RETRATO DA DITADURA PORTUGUESA

 Edgar Rodrigues


Edição Mundo Livre (1962) , Rio de Janeiro, 216pgs.

 

A RAZÃO DÊSTE LIVRO

Com a publicação de "O RETRATO DA DITADURA PORTUGUÊSA”, tem o autor a intensão de divulgar a vasta documentação que colecionara durante a sua longa e penosa permanência em Portugal. Por outro lado, protestar contra essa negra e sinistra figura que outrora dirigia o “CORREIO DE COIMBRA" e sob o pseudônimo de Alves da Silva usava e abusava da liberdade de pensamento escrito e falado, e que agora tão covardemente arrebata aos seus concidadãos.

Alguém – que ao tempo me pareceu muito acertado – afirmara que os ditadores amam demasiadamente a liberdade, por isso a querem só para eles, em vez de a dividirem com os seus semelhantes. Todavia isso não é exato! O ditador português não tem liberdade e também não ama a liberdade, pois se tornou um escravo do sistema que criara para tirar a liberdade aos demais; escravizando, tornou-se escravo de si mesmo. Salazar é um escravo que escraviza, um mentiroso que obriga os outros a mentirem; um criminoso que impele os seus auxiliares a prender, torturar e matar; um escamoteador, que incita os seus auxiliares a roubar.

Tirar a liberdade é roubar; apoderar-se da literatura social – ato corriqueiro e muito praticado nos correios portuguêses, onde funciona a polícia política a mando do famigerado ditador – é furtar, e tudo isso é executado por um sistema ditatorial do qual são vítimas os que perseguem e os que são perseguidos. Oliveira Salazar tem larga semelhança com José Duro, o poeta tuberculoso, que em seu livro ”Fel” afirmava odiar à vida, só porque se sentia morrer lentamente, só porque não podia viver como os demais. E conclui-se que: Salazar é uma vítima da angústia, doença que tenta transferir para os seus concidadãos. Quem algum dia já viu o ditador alegre, divertido, falando da família ? das crianças que alegram a vida? Salazar, como o poeta tuberculoso, odeia a vida, porque não vive! Repudia a família, porque não a tem! Não permite que se fale livremente e  encera os que tentam usar a liberdade, porque gosta das trevas como o morcego procura os subterrâneos e a solidão.

No meu protesto não almejo fazer o jogo de qualquer movimento político partidário, correntes a que estou alheio por convicção ideológica. Tão pouco pretendo atacar os homens como cidadãos, como chefes de família, mas tão só como políticos dirigentes dum sistema ultrapassado e pontilhado de sangue aqui e ali, ao longo de uma existência de mais de 30 anos.

Não esqueço também, os "anti-fascistas”, e oposicionistas, de todas as correntes – que se perdem em discrepâncias banais e se subdividem pelo exilio e em Portugal – sem olhar para esse passado de 34 anos de oposição, trabalho até agora feito para derrubar a ditadura, e que na realidade, mais ajudou a consolidá-la do que liquidá-la definitivamente. O balanço das vítimas da ditadura – já não direi dos atingido pela falsa educação e vítimas da mistificação de Fátima – mas dos que morreram pelas prisões ou fora delas, mas em conseqüência das mesmas, e dos que a cada instante transpõem os Umbrais das câmaras de tortura, e que atinge a casa dos milhares, sem que dêsse sacrificio se tenha sacado resultados práticos. Eis a realidade nua.

Já lá vão 34 anos, tempo demasiadamente longo para se planejar e executar a derrubada de uma tirania, que só pela força veremos desaparecer. Ninguém levará à Península Ibérica a liberdade, a não ser conquistada pelo próprio povo de Portugal e da Espanha. A liberdade do Povo Ibérico terá que ser uma conquista do próprio povo e não uma dádiva circunstancial, para ficar como está, com rótulo diferente.

As páginas que o leitor lerá, não têm o bom sabor e o brilho literário que lhe poderiam em prestar os mestres da gramática - que não raro se perdem atrás do estilo, esquecendo a substância e os fatos, – tão pouco se destina a agradar as correntes da direita ou da esquerda. Sua missão é a de trazer a verdade amarga e cruel, mas a verdade. 

 Edgar Rodrigues

sábado, 5 de setembro de 2020

A crise da sociedade Portuguesa : " Descolonizaçao" & "Independencia Nacional"


A crise da sociedade Portuguesa 

"Descolonização" & "Independencia Nacional" 

Charles Reeve - J.Carvalho-Ferreira 

Edições Contra a Corrente, Setembro 1975, 27p.